domingo, 1 de março de 2009

Reunião Coletivo de Inclusão do Sind-Rede/BH


Post: 13/03/2008

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Dia 18/3 - terça-feira - 14h
Local: Sind-Rede/BH
Reunião do Coletivo de Inclusãodo Sind-Rede/BH
Público:


Trabalhadoras/es em Educação com deficiência; Trabalhadoras/es em Educação de alun@s incluídos em sala de aula; Trabalhadoras/es em Educação das escolas de Ensino Especial.


Pauta:



  • Cumprimento da Lei nº 9.078/2005, que estabelece a Política da Pessoa com Deficiência para o Município de Belo Horizonte e dá outras providências. Com os seguintes destaques:


Saúde



(...) Art. 39 - Os órgãos e as entidades da Administração Pública Municipal Direta e Indireta responsáveis pela saúde deverão dispensar tratamento prioritário e adequado, sem prejuízo de outras, as seguintes medidas:
(...) IV - garantia de acesso às pessoas com deficiência aos estabelecimentos de saúde, públicos e privados ou filantrópicos, e de seu adequado tratamento, conforme normas técnicas e condutas apropriadas;
(...) VI - investimento na formação e atuação de agentes comunitários e nas equipes de saúde da família, baseado em pesquisa da realidade, visando à disseminação de práticas e estratégias de reabilitação referenciada na comunidade;



Educação


(...) Art. 53 - Ficam assegurados o conhecimento e a difusão da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS -, do Sistema Braille, bem como a provisão de recursos tecnológicos e de equipamentos que favoreçam o atendimento às necessidades educacionais específicas de alunos com deficiências sensoriais, motoras ou múltiplas na Rede Municipal de Educação.
Art. 54 - Fica assegurada a consecução de medidas e ações que possibilitem a formação continuada em serviço dos educadores da rede pública municipal, tendo em vista o atendimento das necessidades educacionais especiais do alunado.



  • Concretização da intersetorialidade;


  • Garantia do tempo coletivo para discussão e elaboração de um projeto pedagógico que envolva tod@s trabalhadoras(es) em educação;


  • Garantia imediata das condições necessárias para a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais;


  • Garantia imediata das condições de trabalho das(os) trabalhadoras(es) em educação com deficiência;


  • Apresentação, às escolas municipais, de relatório clínico dos estudantes de inclusão antes do início do ano letivo para a organização das escolas;


  • Constituição de uma verba específica para atendimento das demandas pedagógicas e infra-estruturais de estudantes com necessidades especiais;


  • Formação em serviço das(os) trabalhadoras(es) em educação e de estagiários de estudantes incluídos;


  • Criar comissão para discussão do processo de inclusão na RME/BH: situação dos alunos de 0 a 14 anos; estagiárias(os); organização das escolas de "ensino especial"


Coletivo de Inclusão do Sind-Rede/BH
wprocha@yahoo.com.br
O professor pode se recusar a lecionar para turmas inclusivas?
Não, mesmo que a escola não ofereça estrutura. As redes de ensino não estão dando às escolas e aos professores o que é necessário para um bom trabalho. Muitos evitam reclamar por medo de perder o emprego ou de sofrer perseguição. Mas eles têm que recorrer à ajuda que está disponível, o sindicato, por exemplo, onde legalmente expõem como estão sendo prejudicados profissionalmente. Os pais e os líderes comunitários também podem promover um diálogo com as redes, fazendo pressão para o cumprimento da lei. (MARIA TERESA EGLÉR MANTOAN, Revista Nova Escola – edição 182 - maio/2005).

INCLUSÃO ESCOLAR - Aluna com PARALISIA depende da mãe para assistir à aula

Natasha, 9, com a mãe, Martinha; ela tem paralisia cerebral e depende da ajuda da mãe para ir à escola (IMAGEM - FOTO) - Julia Moraes/Folha Imagem
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Post: 28/02/2008
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FOLHA DE SÃO PAULO, C4 Caderno COTIDIANO - 26/02/2008





AFRA BALAZINADA REPORTAGEM LOCAL Natasha Batista, 9, aluna do 2º ano do ensino fundamental, tem um bom desempenho escolar, mas só consegue acompanhar as aulas com a presença da mãe. Isso porque precisa subir dois lances de escada de 13 degraus para chegar à sua sala, no colégio estadual Arthur Guimarães, em Santa Cecília (centro de São Paulo) e não tem ninguém para ajudá-la a tomar o lanche e ir ao banheiro.




A aluna tem paralisia cerebral -o que não afeta sua capacidade intelectual, mas lhe causa problemas motores e de fala. Natasha anda de cadeira de rodas e, sobe as escadas com a ajuda da mãe, que a segura.




Desde que as aulas começaram, a empregada doméstica Martinha dos Santos, 38, deixou de trabalhar pela manhã para ficar na sala de aula.Em 2007, a estudante teve o auxílio de uma funcionária por cerca de dois meses. Entretanto ela foi demitida e, no restante do ano, a própria professora se comprometeu a auxiliá-la. "Não era obrigação da professora. Mas acho que a escola, sim, tem que dar condições para a minha filha estudar sem eu estar junto", diz Martinha.




Natasha nunca reclama de ter de ir para a escola. "Adoro encontrar meus amigos", diz. Sua mãe conta que ela é estimulada pelas outras crianças e quer fazer tudo o que as demais fazem. "E também bagunça."A doméstica comprou até um notebook para a filha conseguir anotar as aulas -a dificuldade motora impossibilita que Natasha escreva à mão. "Faço tudo o que posso para melhorar a vida dela, não meço esforços."




Com 700 alunos, a escola não tem rampa de acesso e descumpre o decreto federal 5.296, de 2004, que determina que os estabelecimentos de ensino, públicos ou privados, proporcionem condições de acesso e utilização de todos os seus ambientes para pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida -isso inclui salas de aula, bibliotecas, ginásios, áreas de lazer e sanitários.




As edificações de uso público tinham 30 meses, a contar da data de publicação do decreto, para garantir a acessibilidade. O prazo venceu em 2007.




Além de colocar rampas ou elevador, seria fácil resolver o problema: a turma de Natasha poderia mudar de sala, para o térreo. A Secretaria de Estado da Educação disse que obrigará a escola a fazer isso.




Para o neuropediatra Mauro Muszkat, coordenador do Nani (Núcleo de Atendimento Neuropsicológico Infantil), da Unifesp, é importante que Natasha estude numa escola regular. "Quase metade das pessoas com paralisia cerebral não tem dificuldades cognitivas e intelectuais", afirma. Segundo ele, para isso o colégio precisa fazer as adaptações necessárias.




Os outros estudantes, afirma o médico, só têm a ganhar com o convívio. "Eles experimentam lidar com o diferente."

Cresce a inclusão escolar de deficientes

Cresce a inclusão escolar de deficientes
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Post: 27/02/2008


CLÁUDIA COLLUCCI
da Folha de S.Paulo


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Jabes, 10, tem deficiência física e mental. Bruna, 14, paralisia cerebral. Juliana e Rafael, 8, são paraplégicos. Vinícius, 13, cego. Além de serem crianças com necessidades especiais, elas também têm em comum o fato de freqüentarem escolas regulares e estarem na mesma classe de alunos não-deficientes.



A inclusão de crianças deficientes em escolas regulares vem crescendo no país. O número de matriculados cresceu 229% nos últimos cinco anos, segundo o Censo Escolar do Ministério da Educação. Passou de 43.923 alunos em 1998, quando o censo analisou pela primeira vez a situação dos alunos especiais, para 144.583 estudantes no ano passado.



No país, há 503.570 alunos matriculados com necessidades especiais --deficiências visual, auditiva, física e mental. Do total, cerca de 30% freqüentam escolas que oferecem o ensino regular --em 98, eram 13%. O restante está em escolas ou salas especiais.



A recomendação para que pessoas com deficiências sejam educadas na rede regular de ensino está na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação). O Brasil é também signatário de uma declaração internacional que selou o compromisso de garantir acesso à educação inclusiva até 2010.



Se por um lado o acesso às escolas cresce a cada ano, por outro ainda são precárias as instalações físicas, a oferta de material didático-pedagógico e a capacitação de professores para o atendimento dessas crianças.



"Soubemos de um caso de uma criança com síndrome de Down que fica perambulando durante o período de aula pelos corredores da escola. Quem acaba tomando conta dela é a copeira", afirma Edigilson Tavares, coordenador do Instituto Apae, que oferece cursos de capacitação a professores do ensino regular.



Na opinião de José Rafael Miranda, coordenador-geral de desenvolvimento da Secretaria de Educação Especial do MEC, o problema não é falta de recursos. Há verbas federais e de organismos internacionais para projetos que promovam a inclusão da criança deficiente nas escolas, afirma Miranda.



"O país é riquíssimo em leis que protegem as crianças com necessidades especiais. Mas falta sensibilidade para alguns gestores da educação. Ainda há medo e preconceito", diz.



Outro problema é a falta de apoio terapêutico. Muitas das crianças que freqüentam as escolas regulares não conseguem fazer as terapias necessárias (fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, psiquiatria, entre outras) por falta de acesso a locais especializados.



Em Itaquera (zona leste), por exemplo, a fila de espera para ser atendido por uma psicóloga da rede pública de saúde é de 2.000 pessoas. A rede também não dispõe de psiquiatra na região.



"Quando conseguimos vaga em entidades conveniadas, há o problema do transporte. Muitos pais desistem do tratamento porque não têm como arcar com essa despesa", afirma Maria Elisa Frizzarini, supervisora da coordenadoria de educação da Subprefeitura de Itaquera.



É o caso da menina Bruna Lima do Nascimento. Portadora de paralisia cerebral adquirida por problemas no parto, ela não anda, quase não fala e apresenta movimentos bruscos involuntários. Estuda com outros 30 alunos em uma sala da 2ª série do ensino fundamental na escola municipal Benedito Calixto, no Jardim São Pedro (zona leste).



A mãe de Bruna, Maria Lopes de Lima, 45, diz que a filha deveria estar sob cuidados de uma terapeuta ocupacional, mas não há dinheiro para bancar o tratamento. A única renda da casa é a pensão de R$ 240 que a menina recebe em razão da sua deficiência.



Ainda assim, ela acredita que a menina progrediu desde que passou a freqüentar uma escola regular. "Ela já consegue pronunciar algumas palavras, aponta a sala de aula e reconhece os colegas."



Entre os educadores, há os que defendem a inclusão imediata das crianças em classes regulares e outros que preferem a inclusão gradativa, na qual as crianças freqüentam primeiro uma sala especial na própria escola, interagindo com os outros alunos em atividades específicas, para depois entrarem em uma classe regular.



Para Miranda, do MEC, as crianças com deficiências mentais, físicas, visuais e auditivas conseguem inúmeros progressos em classes de ensino regular convivendo com o diferente.



"A linguagem é acelerada e eles aprendem novos conceitos brincando com as outras crianças", diz Sônia Silva, coordenadora de estudos e novas pedagogias da Secretaria Estadual da Educação.


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Texto para a Audiência Pública sobre Inclusão Escolar

Inclusão Escolar na Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte/MG
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Post: 25/10/2007
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A elaboração deste texto, na Audiência Pública sobre Inclusão Escolar com as Comissões de Educação e Saúde, pauta-se em indagações sobre a inclusão escolar baseadas em discussões com @s Trabalhadoras/es em Educação da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte, Minas Gerais. Estas indagações foram levantadas tanto nas Assembléias Gerais e reuniões de representantes de escola quanto no Coletivo de Inclusão do Sind-Rede/BH.

Começaremos a discutir a partir da Resolução n.2/2001, que instituiu as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, destacando a seguinte recomendação: "Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para a educação de qualidade para todos".

O sistema municipal de ensino de Belo Horizonte parece ter incorporado esta recomendação ao, apenas, garantir a matrícula destes alunos, mas do ponto de vista de assegurar as condições necessárias para a educação de qualidade transferiu esta responsabilidade somente para as escolas.

Sabemos que o princípio básico da inclusão escolar encontrada em toda literatura que discute tal tema é a de que a escola modifica-se para receber o aluno com deficiência. Desta forma, deixamos a primeira indagação para reflexão:

Como as escolas irão garantir qualidade de ensino quando não há um tempo coletivo para discussão e elaboração de um projeto pedagógico que envolva tod@s trabalhadoras/es em educação?

A percepção do Coletivo de Inclusão do Sind-Rede/BH é a de que os alunos estão sendo encaminhados para o ensino regular sem critérios sérios de avaliação e acompanhamento. Atualmente a discussão sobre o tema inclusão escolar com @s Trabalhadoras/es em Educação nos parece ainda superficial e rodeada de incertezas e angústias sobre o modo de atuar diante destes alunos com necessidades educacionais especiais. Sendo assim, elaboramos a seguinte indagação para reflexão:

A criança com deficiência ao matricular-se como aluno com necessidades educacionais será d@ professor(a) ou do sistema de ensino?

Devemos destacar que houve uma aumento significativo da inclusão escolar de alunos com deficiência no ensino regular da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte. Sendo assim, deixamos as seguintes indagações para reflexão:

Em quais condições de aprendizagem e aceitação as crianças com necessidades educacionais especiais são recebidas na escola regular?

Qual preparo pedagógico a equipe docente tem recebido para educar de forma eficaz e competente essas crianças?

Sabemos que a Prefeitura de Belo Horizonte faz um investimento financeiro para a educação como o caixa escolar, através de subvenções anuais que devem ser utilizadas na assistência ao aluno e na conservação e manutenção da escola. Outro tipo de investimento é a verba do Projeto de Ação Pedagógica (PAP) específica para manutenção e desenvolvimento de projetos pedagógicos.

As demandas pedagógicas e modificações estruturais nas escolas são enormes e a liberação de tais investimentos seguem trâmites legais e burocráticos que não permitem de forma rápida o atendimento de uma demanda de urgência. Daí, as seguintes indagações para reflexão:

Ao ser diagnosticada a necessidade pedagógica do aluno com deficiência e as modificações estruturais a serem feitas na escola tais verbas são liberadas imediatamente, visto a urgência em atender o desenvolvimento pedagógico?

Há necessidade de se criar uma verba específica para atender tais demandas?

Outro problema é a falta de apoio terapêutico. Muitos destes alunos que freqüentam as escolas regulares da Rede Municipal de Belo Horizonte não conseguem fazer as terapias necessárias (fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, psiquiatria, entre outras) por falta de acesso a locais especializados. Normalmente, a espera para serem atendidos por uma psicóloga da rede pública de saúde ultrapassa seis meses ou mais. Quando conseguem a vaga em entidades conveniadas, há o problema do transporte. Muitos pais desistem do tratamento porque não têm como arcar com essa despesa. Então, temos as seguintes indagações para reflexão:

Como garantir a intersetorialidade com a atual realidade da saúde e da educação inclusiva na Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte?

Aqui lembramos o dia 14 de dezembro em que foi assinada a resolução 45/ 1991 da Organização das Nações Unidas (ONU), que solicitou ao mundo "uma mudança no foco do programa das nações unidas sobre deficiência passando da conscientização para a ação, com o compromisso de se concluir com êxito uma sociedade global para todos por volta de 2010". No cotidiano escolar da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte a Secretaria Municipal de Educação não abre um diálogo com @s Trabalhadoras/es em Educação para a construção de uma educação de qualidade, não há o respeito à quantidade de alunos em sala. Temos um Conselho Municipal de Educação que não respeitou as deliberações da última Conferência Municipal de Educação, principalmente, o que se refere à educação inclusiva. A partir disto, temos as seguintes indagações para reflexão:

Como garantir uma conscientização com o elevado número de alunos por turmas, a falta de trabalhos pedagógicos em equipe; a pouca participação da família na escola, a indisciplina cada vez maior; a desvalorização profissional e a convivência anualmente com decisões unilaterais por da Secretaria Municipal de Educação?

Atualmente, a Prefeitura está desativando os serviços de Educação Especial sem a preocupação de colocar nada lugar e aproveitar o conhecimento e a experiência d@s Trabalhadoras/es destas escolas. Com a mobilização destas/es Trabalhadoras/es em Educação de juntamente com a comunidade escolar conseguiu-se a criação de um espaço de discussão, intermediado com Conselho Municipal da Pessoa Portadora de Deficiência de Belo Horizonte, a partir de uma Audiência Pública realizada neste ano na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

Finalizando as indagações procuramos analisar a Lei nº 9.078/2005, que estabelece a Política da Pessoa com Deficiência para o Município de Belo Horizonte e dá outras providências. Destacamos alguns artigos e incisos da saúde e da educação para indagarmos se há o cumprimento desta lei.
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Saúde

(...) Art. 39 - Os órgãos e as entidades da Administração Pública Municipal Direta e Indireta responsáveis pela saúde deverão dispensar tratamento prioritário e adequado, sem prejuízo de outras, as seguintes medidas:

(...) IV - garantia de acesso às pessoas com deficiência aos estabelecimentos de saúde, públicos e privados ou filantrópicos, e de seu adequado tratamento, conforme normas técnicas e condutas apropriadas;

(...) VI - investimento na formação e atuação de agentes comunitários e nas equipes de saúde da família, baseado em pesquisa da realidade, visando à disseminação de práticas e estratégias de reabilitação referenciada na comunidade;

Educação

(...) Art. 53 - Ficam assegurados o conhecimento e a difusão da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS -, do Sistema Braille, bem como a provisão de recursos tecnológicos e de equipamentos que favoreçam o atendimento às necessidades educacionais específicas de alunos com deficiências sensoriais, motoras ou múltiplas na Rede Municipal de Educação.

Art. 54 - Fica assegurada a consecução de medidas e ações que possibilitem a formação continuada em serviço dos educadores da rede pública municipal, tendo em vista o atendimento das necessidades educacionais especiais do alunado.

Acreditamos que esta Audiência Pública sobre Inclusão Escolar deve possibilitar a construção de um grupo de discussão, com reuniões estabelecidas, tendo como composição vários setores, para construirmos uma Inclusão de fato, com diálogo, com análise da realidade em que estão tanto @s Trabalhadoras/es em Educação quanto as crianças incluídas.

Coletivo de Inclusão do Sind-Rede/BH

Audiência Pública sobre Inclusão escolar na Câmara Municipal

HORA DE DEBATE
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Post: 17/10/2007
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Audiência Pública sobre Inclusão Escolar
Data: 25/10 Horário: às 15h
Local: Plenário Amynthas de Barros

Compareça à Audiência Pública realizada pelas Comissões de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo e Saúde e Saneamento, através do requerimento 551/07, do Vereador Divino Pereira, terá como tema " a inclusão escolar de alunos portadores de necessidades especiais".

Obs.: O Coletivo de Inclusão do Sind-Rede/BH solicita que as escola se organizem da melhor forma possível e enviem o máximo de representantes que conseguirem. Além, da divulgação deste evento para toda a comunidade escolar!

Atenção!

O Coletivo de Inclusão solicita que estes representantes das escolas cheguem às 14h para que sejam repassadas as informações dos últimos encontros!

(a) Wanderson Paiva Rocha
Coletivo de Inclusão do Sind-Rede/BH

Relatório do Coletivo de Inclusão

Encontro do Coletivo sobre inclusão
Post: 26/09/2007
12/09/07 às 14h no Sind-Rede/BH
Histórico da última reunião (12/09/07)

No dia 12/09, às 14h, no Sind-Rede/BH, aconteceu a reunião do Coletivo sobre Inclusão com o objetivo de analisar as deliberações da Plenária de Inclusão (14/06) e encaminhamentos das demandas das escolas presentes.

Nesta reunião estiveram representadas a Escola Municipal Maria Sales Ferreira, a Escola Municipal Professor Domiciano Vieira, a Escola Municipal Tenente Manoel M. Penido, Sra. Denise Prata (Gabinete do Vereador Divino Pereira), juntamente com os diretores do Sind-Rede/BH Shirley e Wanderson.

Foi entregue o relatório da Plenária sobre Inclusão, um texto da Revista Nova Escola (Maio/2005), contendo uma entrevista com Maria Teresa Eglér Montoan.
O Coletivo sobre Inclusão teve as seguintes discussões:
  • A necessidade de criação de um Fundo de Reserva atender às necessidades específicas dos alunos incluídos, tanto pedagógica quanto arquitetônica;
  • A definição da periodicidade da reunião do Coletivo sobre Inclusão.


De acordo com a Sra. Denise Prata o Vereador Divino Pereira solicitou uma Audiência Pública, data ainda a ser definida no início de Outubro, para ouvir as demandas dos professores e esclarecimento da Política Pública de Inclusão adotada nas escolas do município. O vereador irá criar um Projeto de Lei para os casos de inclusão nas escolas.


O Coletivo sobre Inclusão teve as seguintes deliberações:

  • Divulgação, assim que definir a data, da Audiência Pública na CMBH;
  • Reuniões mensais do Coletivo;
  • Criação de um Blog;
  • Solicitação, por parte do gabinete do Vereador Divino Pereira, junto ao Núcleo de Inclusão à Pessoa com Deficiência (Patrícia Cunha da SMED), do número de alunos incluídos em cada regional, bem como o atendimento por tipo de deficiência;
  • Reunião com o promotor José Carlos Dias (Coordenador do Conselho Municipal de Apoio e Assistência à Pessoa Portadora de Deficiência);
  • Viabilidade de uma parceria com UNI-BH para elaboração de uma pesquisa com as/os Trabalhadoras/es em Educação analisando a realidade da inclusão na RME;
  • Defesa de uma política que aproveite os saberes das/os professoras/es das Escolas Municipais de Ensino Especial nas escolas regulares;
  • Garantia de estagiárias/os que cursam a graduação, além da garantir uma política de formação.


Direção Colegiada do Sindicato dos Trabalhadores
em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte

Relatório da Plenária de Inclusão

Encontro do Coletivo sobre inclusão

Post: 25/09/2007


Histórico


No dia 14/06, às 8h, no Sind-Rede/BH, aconteceu uma Plenária de Inclusão com o objetivo de analisar a implementação da inclusão d@s alun@s com necessidades educacionais especiais na rede municipal de ensino e a atual realidade das 3 escolas de ensino especial.


Nesta plenária estiveram representadas a Escola Municipal de Ensino Especial Frei Leopoldo e a Escola Municipal Professor Domiciano Vieira, juntamente com os diretores do Sind-Rede/BH Shirley e Wanderson.


Foi entregue o texto “Coletivo para elaborar políticas de inclusão de alun@s com deficiência” escrito pelo diretor do Sind-Rede/BH, Wanderson, para ser discutido entre @s Trabalhadoras/es das escolas que compareceram no dia da plenária.


A Plenária sobre Inclusão teve as seguintes deliberações:

  • A necessidade da criação de um coletivo sobre Inclusão;
  • Reunião com a Patrícia Cunha, gerente do Núcleo Inclusão da Pessoa com Deficiência, que até o momento não nos deu retorno, para discutirmos o desligamento automático d@s alun@s das escolas de ensino especial por falta e a redução da carga horária das aulas e o destino d@s Trabalhadoras/es em Educação com o fechamento das escolas de ensino especial;
  • Visitar as escolas de ensino especial: Santo Antônio, Frei Leopoldo e Venda Nova. Visitas efetivadas na última semana de junho;
  • Marcar Audiência Pública com a comissão de Direitos Humanos e ter a presença do promotor José Carlos (Promotoria dos Portadores de Deficiência Física). A Audiência Pública será em Outubro, ainda sem data, porém, com as Comissões de Educação e Saúde, através do Vereador Divino Pereira. Ainda não agendamos uma reunião com o promotor José Carlos.


Obs.: Tivemos a presença do jornalista da Rádio Itatiaia Eduardo Costa.


Direção Colegiada do Sindicato dos Trabalhadores
em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte